Giro literário de Badi Assad pelo mundo artístico é feito com afeto e generosidade

É claro que, por ser do ramo, Badi Assad jamais se incompatibiliza nos textos com qualquer colega. Mesmo quando critica os que se portam como celebridades, a violonista jamais cita nomes, mantendo a narrativa em alto nível, sem abrir o menor espaço para fofocas ou para a exposição da intimidade dos 80 artistas. Até porque, na maioria das crônicas, a autora se apresenta como uma admiradora dos colegas sobre os quais escreve. Contudo, os elogios são sempre pertinentes, feitos por uma violonista e compositora que sabe falar a língua universal da música.

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