‘Plebeu’ Zeca deixa ‘rainha’ Maria levá-lo em festivo show conduzido pelo samba

Passou ainda o choro de Jacob do Bandolim (1918 – 1969), cuja memória foi evocada no samba-choro Naquela mesa (Sérgio Bittencourt, 1972), solo de Zeca no ótimo bloco final que, ao lado da parte inicial, concretizou de fato o anunciado encontro inédito de Bethânia e Zeca, diluído ao longo do show em breves diálogos e em sets individuais que, no caso do bloco de Zeca, demorou a surtir efeito no público, em que pese o cantor ter enfileirado os maiores sucessos da carreira nesse bloco aberto com A voz do morro (Zé Kétti, 1955), demarcação do território carioca do samba.

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