Lulu Santos analisa o pop de 2017: ‘A rede tornou tudo alguma forma de marketing’

Lulu Santos – Parei de ouvir música quando comecei a fazer o “Baby baby”… Talvez, no disco do Migos, no “4:44” [de Jay-Z] e no disco do Kendrick [Lamar]. Ouvi uma vez cada um, gostei mais do Jay-Z. O flow dele é mais compreensível para mim, a preocupação capitalista dele também. O outro [Kendrick] é muito incendiário, muito localizado, o drama de Los Angeles, do negro americano, não me diz tanto respeito.

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