‘Comprou por R$ 30 mil um violino que não valia R$ 3 mil’: o lucrativo mercado de instrumentos falsificados no Brasil

Samuel Pessati, violoncelista da Orquestra Sinfônica do Paraná, recebeu, em 2014, um email que o intrigou. “Uma pessoa queria vender um violoncelo, que ela dizia ser do século 17, herdado dos avós italianos. Pedia também urgência na compra porque precisava pagar um tratamento contra o câncer”, relembra, adicionando ainda que esse vendedor não queria que nenhum luthier tocasse ou visse o instrumento.

Deixe uma resposta