Montagem brasileira de peça de Annie Baker estreia em Copacabana

“O modo como as suas histórias se desenvolvem, a ação dramática, os diálogos, tudo lembra a vida da maioria de nós – e eu iria além: lembra a vida de todos nós, pelo menos em sua maior parte. Não há episódios extraordinários, rupturas drásticas, viradas mirabolantes. É tudo de uma humanidade radical. Mas, mesmo assim, pelo olhar de Annie Baker, a vida é repleta de potência, beleza e regozijo”, explica Rafael Teixeira.

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