Show do Ego Kill Talent no Rock in Rio expõe caminho ascendente do grupo


ROCK IN RIO 2017 – Somente três anos após ter sido formada na cidade de São Paulo (SP), em 2014, a banda Ego Kill Talent já conseguiu a proeza de se apresentar no Rock in Rio, abrindo com som pesado (e ecos do grunge) a programação do Palco Sunset no último dia da sétima edição carioca do festival. Em clima de hard rock in Rio, o Sunset também agendou apresentações dos grupos paulistanos Doctor Pheabes e Republica em programação fechada com show da icônica banda mineira Sepultura.


Eram 15h da tarde de ontem, 24 de setembro, quando a banda Ego Kill Talent abriu o show com Just to call you mine, expondo a sintonia entre Jean Dolabella (bateria e guitarra), Jonathan Correa (voz), Raphael Miranda (bateria e baixo), Niper Boaventura (guitarra e baixo) e Theo Van Der Loo (guitarra e baixo). Como de praxe, os músicos trocaram de instrumentos ao longo da apresentação, se alternando nas funções de baixista, baterista e guitarrista da banda.


Com músicas cantadas em inglês, como We all (pretexto para o público começar a bater cabeça) e a power balada Same old story, o roteiro foi calcado no repertório do primeiro álbum da banda, Ego Kill Talent, lançado em janeiro deste ano de 2017 no Brasil e nos Estados Unidos.


“É esse o fim? É esse o fim?”, questionou o vocalista Jonathan Correa através de versos de Try (There will be blood), no fecho da apresentação. Não, a apresentação no Rock in Rio – vista ao vivo por fãs que berravam o nome da banda e que vestiam literalmente a camisa do Ego Kill Talent – sinalizou que o grupo, cuja formação aglutina ex-integrantes de bandas como Reação em Cadeira e Sepultura, está somente no início do caminho trilhado na sempre efervescente cena de hard rock brasileiro.


(Crédito da imagem: Ego Kill Talent no Rock in Rio 2017 em foto de Marcos Serra Lima / G1)

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