Em lugar da ‘cura gay’, batalha de hip hop na Bienal de Dança do Sesc propõe fim dos preconceitos

Na opinião da aposentada Iuride Nucci, de 82 anos, deu para entender o recado. “Formidável. Me surpreendeu, eu estava esperando um espetáculo, mas eu nunca tinha visto essa dança de rua! A curiosidade é a alma de tudo né? Meu marido me deixou para ir embora mais cedo, estou aqui até agora, mas valeu a pena. Meio ousado né, para a minha idade, mas é o que está acontecendo no mundo. A gente tem que aceitar”, pontua a Iuride.

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