Maroon 5 encerra 1º dia de Rock in Rio e é atração mais esperada do 2º

O segundo dia de Rock in Rio teve muita música e também manifestações políticas. O público aproveitou cada minuto na Cidade do Rock.

O Rock in Rio é como uma metrópole, com muita vida em cada esquina.  Na arena de games, a trilha sonora é ao vivo e o telão tem 75 metros de largura.

O difícil na Cidade do Rock é a escolher o que fazer, o que curtir. Neste sábado (16), o repórter Hélter Duarte tirou um tempinho para tirolesa: mais de 20 metros de altura, 220 metros de cabos.

“Muito legal! Olha o Palco Mundo! Dá para ver tudo aqui. Show”, afirma.

O Palco Mundo é como se fosse o centrão da cidade.

“Eu quero ver Maroon 5. Estou com coração assim ó, há meses já, desde o ano passado pensado já nisso”, diz a fã.

É, a banda do Adam Levine é mesmo a atração mais esperada deste sábado, que também encerrou a primeira noite do festival.

Na sexta-feira (15), os australianos do Five Seconds of Summer fizeram a alegria dos adolescentes. E os ex-adolescentes relembraram os sucessos dos ingleses do Pet Shop Boys. É claro que todo mundo dançou com a Ivete Sangalo.

Na abertura do festival, a modelo Gisele Bunchen fez um discurso em defesa da Amazônia. E o público se manifestou, pedindo a saída do presidente Michel Temer. Neste sábado, no primeiro show da tarde no Palco Sunset, Evandro Mesquita, da Blitz, também defendeu a preservação da floresta.

“Levantem as mãos aí, que nossa resistência será forte, firme por um Brasil melhor, pelas áreas indígenas, pelas demarcações de áreas. É isso aí”, disse o músico.

E o público se manifestou mais uma vez.

A Blitz é velha conhecida do Rock in Rio, se apresentou na primeira edição do festival, em 1985. E fez o público dançar, como naquela estreia.

A banda Skank abriu a noite no Palco Mundo. O vocalista Samuel Rosa também fez um discurso e pediu honestidade na política. O show do Skank seguiu com os sucessos que saíram de Minas para o Brasil.

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