‘Encontrei meu ídolo numa mesa de necrotério’: o médico brasileiro que participou da necropsia de Elvis Presley

O mesmo, porém, não se pode dizer de medicamentos. “Elvis dormia e acordava à base de remédios”, lamenta Lamim. O exame de sangue acusou 14 substâncias diferentes, entre analgésicos (codeína e morfina), ansiolíticos (diazepam) e, principalmente, sedativos (ethinamate, etclorvinol, pentobarbital, butabarbital e fenobarbital), todos em doses aceitáveis pelos médicos. O único medicamento que teria sido tomado acima do recomendado foi o antidepressivo metaqualona.

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