Lorde vira queridinha da crítica com ‘Melodrama’, o disco mais elogiado do ano até agora

O “New York Times” brinca que Lorde deve ter ficado só em festas nos quatro anos entre o primeiro e o segundo discos. “Não que ela tenha se divertido muito nelas”, pondera o jornal. Ao falar sobre pistas de dança e amor não correspondido, Lorde assume o risco de entrar na turma do pop. “Mas ainda tem o imediatismo de sua voz, com sua fúria, melancolia e raiva quase suprimida. E ela se recusa a deixar suas letras irem para o pop padrão. Ela entende a tentação, a cumplicidade e a auto-sabotagem, bem como a auto-justiça”.

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