Bienal de Veneza celebra vitalidade da arte e do artista sem fronteiras

Espanha (Jordi Colomer, 1962), Portugal (José Pedro Croft, 1957), Chile (Bernardo Oyarzún, 1963), México (Carlos Amorales, 1970) e Argentina (Claudia Fontes, 1964) selecionaram artistas que representam o hino à vida, à alegria da arte, com o qual esta bienal quer entrar para a história.

Deixe uma resposta