Claudya canta repertório autoral em disco gravado com pianista mineiro


Há 50 anos, a cantora carioca Claudya – então sem o y no nome artístico – lançou o primeiro álbum, Cláudia (1967), no embalo da vitória como melhor intérprete por conta da defesa da música Chora céu (Adilson Godoy e Luiz Roberto de Oliveira) no II Festival nacional de Música Popular Brasileira, exibido em 1966 pela TV Excelsior. Desde então considerada uma das grandes cantoras do Brasil, Claudya promove Para sempre amanhecer (2016), 20º álbum da discografia da artista. O CD autoral reúne oito músicas.


Gravado em dezembro de 2015, em estúdio do município de Jundiaí (SP), o disco é assinado por Claudia em duo com o pianista e compositor Tiago Mineiro, nascido em Alfenas (MG). Produzido por Caio César com o próprio Tiago Mineiro, criador dos arranjos, o disco Para sempre amanhecer apresenta sete músicas inéditas compostas pela própria Cláudia em parceria com Mineiro. Para sempre amanhecer, Sempre minha, Joia de prata, A bailarina, Cafezim (tema instrumental em que a cantora expõe a técnica em vocalises), Quero só você e Amor primeiro são – pela disposição das músicas no disco – as sete parcerias.


A única exceção do repertório autoral é Gamboa (Mário Albanese e Cyro Ferreira, 1969), música lançada pelo efêmero supergrupo Brazilian Octopus, regravada por Cláudya em compacto de 1975 e ora revivida pela cantora neste harmônico álbum feito em duo com Tiago Mineiro e lançado em edição física em CD com capa que expõe reprodução do quadro Amanhecer (1980), da pintora Leonor Fernandes.


(Crédito da imagem: capa do álbum Para sempre amanhecer, de Claudya e Tiago Mineiro)

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