Ensaio sobre absurdo inspira disco de sambas que une Juçara, Gui e Rodrigo


Ensaio filosófico sobre o absurdo, escrito em 1941 por Albert Camus (1913 – 1960) e publicado em livro em 1942, O mito de Sísifo inspira e gera, 75 anos após a publicação do texto existencialista, disco gravado e assinado por Rodrigo Campos, Gui Amabis e Juçara Marçal. O álbum Sambas do absurdo chega ao mercado fonográfico no fim deste mês de abril de 2017 em edição da gravadora YB Music. O repertório é formado por oito sambas, todos intitulados Absurdo e numerados de 1 a 8 – a exemplo do que o compositor e maestro pernambucano Moacir Santos (1926 – 2006) fez nos anos 1960 com a série de temas Coisas.


Os oito sambas foram compostos por Rodrigo Campos e ganharam letras escritas por Nuno Ramos com inspiração na filosofia do absurdo. No disco, os sambas foram formatados com fidelidade à estética do absurdo, mixando instrumentos como o cavaquinho de Rodrigo Campos e o MPC pilotado por Amabis. Juçara, Gui e Rodrigo já apresentaram o repertório do disco em show feito na cidade de São Paulo (SP).


(Crédito da imagem: Juçara Marçal, Gui Amabis e Rodrigo Campos em foto de divulgação de Luan Cardoso)

Deixe uma resposta