Conferência proibida discute sexo e amor com robôs

“Hoje nós já temos robôs que fazem companhia às pessoas, e um que funcione como parceiro é uma continuação lógica de uma tendência. Nos próximos 10 anos, é perfeitamente possível tecnologicamente criar um robô programado para ser o que as pessoas querem em um consorte – paciente, afetuoso, confiável, respeitoso e que não reclama”, disse o cientista.

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