DF tem Jota Quest, Anavitória, Stevie B., Luba, ‘Crash’ e peça com Lampião

A agenda cultural do fim de semana no Distrito Federal tem Jota Quest comemorando 20 anos de carreira, o duo Anavitória apresentando músicas do primeiro disco, Stevie B em dose dupla, fenômenos da internet, como Luba e TriGO, peça sobre vida, morte e pós-morte de Lampião – com bonecos e atores –, últimos dias do Festival Internacional de Cinema de Brasília, stand up com Paulinho Gogó, peças de teatro, exposições e shows.

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Com o feriado de Proclamação da República, na próxima terça-feira (15), a programação fica estendida. Na segunda (14), o Estádio Mané Garrincha recebe a festa Häkari, com DJ Steve Angelo como estrela maior entre diversos DJs. Na mesma data, o Centro Comunitário Athos Bulcão vira palco para a festa “Burning”, com shows com Ponto de Equilíbrio e Black Alien.

Na terça-feira, o cantor, compositor e pianista Guilherme Arantes se apresenta ao lado da Orquestra Brasília Sinfônica, sob regência do maestro Joaquim França, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. No repertório, sucessos de quatro décadas de carreira, como “Amanhã”, “Meu mundo e nada mais”, “Cuide-se bem”, “Cheia de charme”, “Um dia, um adeus”, “Brincar de viver” e “Deixa chover”.

Música

A “Pancadélico tour”, que comemora os 20 anos de estrada do Jota Quest, chega a Brasília nesta sexta-feira (11). O grupo mineiro sobe ao palco da Bamboa em evento que começa às 22h e apresenta sucessos e novidades, como o hit “Blecaute”, gravado ao lado de Anitta.

O show é um passeio pela atmosfera dançante das “festas soul” dos anos 1970 e 1980, que inspirou o estilo do Jota Quest no fim dos anos 1990. Outras composições do novo álbum são “Sexo e paixão”,“Mares do sul”, “Daqui só se leva o amor” e o single recém-lançado “Um dia pra não se esquecer”, com a participação do rapper Projota.

Integrantes do Jota Quest, que se apresenta nesta sexta-feira (11) na Bamboa, em Brasília (Foto: Mauricio Nahas/Divulgação)Integrantes do Jota Quest, que se apresenta nesta sexta-feira (11) na Bamboa, em Brasília (Foto: Mauricio Nahas/Divulgação)

A apresentação também traz canções que foram sucessos da banda ao longo de duas décadas. Rogério Flausino (voz), PJ (baixo), Paulinho Fonseca (bateria), Márcio Buzelin (teclado) e Marco Túlio Lara (guitarra) interpretam “Na moral”, “Encontrar alguém”, “Mandou bem”, “Só hoje”, “Dentro de um abraço”, “Fácil”, “Dias melhores” e “Do seu lado”, entre outras. O set tem ainda uma homenagem a Stevie Wonder, com “Higher ground”.

Apadrinhada pelo cantor Tiago Iorc, a dupla Anavitória é a atração musical deste sábado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. Elas fazem dois shows no local, às 19h e às 21h.

Anavitória realizaou primeiro show onde dupla se conheceu (Foto: Vinicius Cantuares/Divulgação)Duo Anavitória, atração deste sábado em Brasília

(Foto: Vinicius Cantuares/Divulgação)

Vindas de Araguaína, no Tocantins, Ana Caetano e Vitória Falcão começaram a carreira fazendo vídeos com as performances delas e publicando nas redes sociais. Elas gravaram as canções de Ana e versões de artistas conhecidos, como “Um dia após o outro”, de Tiago Iorc.

Por intermédio do empresário do cantor, Felipe Simas, elas conseguiram que o próprio autor da música assistisse à versão. A ideia era apenas saber a opinião de Iorc, “agradá-lo”, mas bastou um dia para que o cantor e o empresário dele entrassem em contato dizendo que o vídeo tinha ficado ótimo. Como resultado, o autor e o agente quiseram produzir um disco das cantoras.

O disco foi lançado neste ano e tem dez músicas inéditas de Ana Caetano e a regravação de “Tocando em frente”, de Almir Sater e Renato Teixeira. No show, as garotas cantam músicas do álbum e composições de diversos artistas.

Entre as canções estão “Coisa linda”, de Iorc, “Cores”, de Lorena Chaves, e “Tententender”, do Pouca Vogal – banda formada por Humberto Gessinger (Engenheiros do Hawaii) e Duca Leindecker (Cidadão Quem).

O músico Stevie B, que se apresenta neste sábado (12) em Brasília (Foto: Divulgação)O músico Stevie B, que se apresenta em Brasília

(Foto: Divulgação)

Considerado como um dos maiores nomes do funk melody, o cantor Stevie B faz show nesta sexta no Centro Comunitário de Sobradinho e no sábado na Bamboa. Sucesso internacional com hits como “Spring love” e “Because i love you”, ele é a principal atração da festa Flash Black.

O show terá outros hits dele, como “Party your body”, “Dreamin’ of love”, “I wanna be the one”, “In my eyes”, “Love me for life”, , “Love and emotion” e “I’ll be by your side”.

Famoso pelo hit “Gordinho gostoso”, o cantor Neto LX desembarca no DF neste fim de semana para mostrar seu “arrocha ostentação”. O músico sobe ao palco do Capella Lounge, em Taguatinga, neste sábado, em festa que começa às 22h e tem também a dupla sertaneja Willian e Marlon e o DJ Will Bryan.

Neto LX promete botar o público para dançar com seus sucessos. Ele canta seu principal hit e também composições como “Empresa do meu pai”, “Garagem milionária” e outras faixas do álbum “Férias em Dubai”.

Neto LX (Foto: Elias Dantas/Ag. Haack)O músico Neto LX, famoso por “Gordinho gostoso” (Foto: Elias Dantas/Ag. Haack)

O estacionamento 4 do Parque da Cidade recebe neste domingo a 12ª edição do projeto “Rock na Ciclovia”, que prestigia a música produzida no DF. Sobem ao palco as bandas Pollyanna is Dead, Caos Lúdico, Hayna e os Verdes, Anillá, Ellefante, Calvet, Superquadra e Verônica Não Veio.

A quinta edição do evento Pérola Negra comemora o Dia da Consciência Negra na  Casa do Cantador de Ceilândia. O programa acontece no sábado a partir das 11h, com samba e desfile de modas. O músico Marcelo Café, vencedor do Brasília Independente é uma das atrações.

MV Bill (Foto: Divulgação)O músico MV Bill (Foto: Divulgação)

O Museu da República recebe a partir desta sexta o “Periferia 360 graus”. O festival de hip hop tem shows musicais e diversas atividades, tudo de graça. Liberdade Condicional, Markin do Tropa, GOG, MV Bill e Maskavo estão entre as atrações. A programação segue até domingo.

Cinema

Termina neste domingo a quinta edição do Festival Internacional de Cinema de Brasíliax (BIFF), que acontece no Cine Brasília e no Cine Cultura, no Liberty Mall. Ao todo, são 16 filmes de 15 países. Nesta edição, a organização presta homenagem ao diretor italiano Sergio Leone, criador do gênero “western spaghetti”.

Cena de 'Jovens, loucos e mais rebeldes' (Foto: Divulgação)Cena de “Jovens, loucos e mais rebeldes”

(Foto: Reprodução)

Os últimos dias reservam a exibição de filmes da mostra competitiva, produções para o público infantil no “Mundo animado”, debates e a premiação dos escolhidos nas categorias documentário e ficção.

A homenagem a Sergio Leone traz os filmes “Era uma vez no Oeste”, “Três homens em conflito”, “Por um punhado de dólares” e “Era uma vez na América”. Também acontecem as pré-estreias de “Ídolos”, “Jovens, loucos e mais rebeldes”, em sessões na sexta e no sábado.

A premiação das mostras competitivas de acontece às 20h30 de sábado. Os ganhadores serão exibidos no domingo. Após a solenidade, o festival tem a sessão com o filme de encerramento, “Ma ma”, de Julio Medem, para convidados no Cine Brasília.

Termina nesta sexta a mostra de cinema CineCAL no Museu Nacional, que debate a questão dos transgêneros. A atração de encerramento é “A garota dinamarquesa”, filme produzido neste ano e que traz a história do pintor Einar Wegener, o primeiro homem a fazer cirurgia de mudança de sexo. A sessão acontece às 19h e a entrada é franca.

O artista Lucas Feuerschütte, que apresenta o show LubaFest no Teatro Unip, em Brasília, neste sábado (12) (Foto: Bred Oliveira/Divulgação)O artista Lucas Feuerschütte, que apresenta o show LubaFest no Teatro Unip, em Brasília, neste sábado (12) (Foto: Bred Oliveira/Divulgação)

Youtubers

Com seus 3,3 milhões de inscritos em um canal de redes sociais, Lucas Feuerschütte chega a Brasília para apresentar esquetes e personagens no show “LubaFest”. O artista sobe ao palco do Teatro Unip neste sábado em sessões às 15h e às 17h30. A meia entrada custa R$ 60.

No show, Luba apresenta números de humor, brincadeiras, desafios, interação com o público e muita confusão no palco. O objetivo do artista é fazer com que a plateia se sinta como em um vídeo dele na internet.

TriGO, Amapá, Macapá, Show, Stand up, sucesso da internet (Foto: Divulgação)Cantores do TriGO, atração em Brasília no domingo

(Foto: Divulgação)

Recentemente, o artista foi considerado por veículos de comunicação como um dos mais influentes entre os jovens no país. Chamado de “digital influencer”, ele também tem um canal para quem gosta de jogos eletrônicos, o “LubaTV Games”, com gameplays, novidades e jogos alternativos.

O projeto TriGO vem pela primeira vez a Brasília para mostrar parte do sucesso obtido nas redes sociais. Depois de gravar uma homenagem ao seriado Chaves, com versões à capella de clássicos do programa de TV, eles chegam ao Teatro Unip para apresentação única, às 17h de domingo.

Com 5 milhões de visualização de uma única gravação, os músicos Leandro Leví, Victor Leví e Lucas Moura apresentam músicas de Michael Jackson, sucessos de Frozen, Bruno Mars, Maroon 5, clássicos de Luiz Gonzaga e Gonzaguinha e, claro, a homenagem a Chaves.

Atores encenam peça A chegada de Lampião no inferno, em cartaz de quinta a domingo (10 a 13) na Caixa Cultural, em Brasília (Foto: Ângelo Duarte/Divulgação)Atores encenam peça “A chegada de Lampião no

inferno” (Foto: Ângelo Duarte/Divulgação)

Teatro

“A chegada de Lampião no inferno” fica em cartaz na Caixa Cultural até domingo. A peça de teatro de bonecos aborda a vida, a morte e o pós-morte de Virgulino Ferreira da Silva em uma recriação do mítico sertão de Antônio Conselheiro e de Glauber Rocha.

A montagem da Cia. PeQuod – Teatro de Animação pode ser vista até sábado, às 20h, e no domingo, às 19h. O espetáculo estreou no Rio de Janeiro em 2009 e foi indicado em duas categorias do Prêmio Shell – melhor cenografia e melhor iluminação.

A peça parte da recriação do cordel de mesmo nome, encenada em dois atos, misturando atores humanos com bonecos, de forma igualitária. No primeiro, o grupo conta a vida de Lampião e vai além, mostrando o ciclo do cangaço – vingança, exílio e revanche.

A dramaturgia se sustenta pelos versos, preces, notícias de jornal e relatos, com a presença dos bonecos e a narração do ator Othon Bastos. A peça se desenvolve como um documentário ao vivo, com a história do menino que perde a família e que por capricho do destino entra para o bando de Lampião e segue até a derrocada em Angicos.

Bonecos da peça A chegada de Lampião no inferno, em cartaz de quinta a domingo (10 a 13) na Caixa Cultural, em Brasília (Foto: Simone Rodrigues/Divulgação)Bonecos da peça “A chegada de Lampião no inferno”, em cartaz até domingo (13) na Caixa Cultural, em Brasília (Foto: Simone Rodrigues/Divulgação)

A segunda parte do espetáculo tem os manipuladores dos bonecos vivendo o momento seguinte à morte de Lampião. É no inferno que o “rei do cangaço” desafia “o dono do lugar”, querendo para ele a posse daquele mundo. O problema é que o diabo não permite que ele fique lá. Sem o espaço desejado, a única saída para Lampião é refazer o caminho de volta, para não ser esquecido, para se tornar o “mito”. Na volta, Virgulino está transformado.

A peça aborda questões importantes como identidade, pertencimento e territorialidade. Para valorizar esses elementos, a PeQuod buscou a estética nordestina, com pesquisa profunda de linguagem e características próprias da região do personagem principal.

Paulinho do Gogó (Foto: Divulgação/Teatro Gacemss)Paulinho do Gogó (Foto: Divulgação/Teatro Gacemss)

Um dos maiores sucessos da TV na atualidade, o humorista Maurício Manfrini traz o personagem Paulinho Gogó para shows de stand up no Teatro dos Bancários, em Brasília, neste fim de semana. O artista sobe ao palco no sábado, às 20h, e no domingo, às 19h.

“No gogó do Paulinho” é um espetáculo que tem apenas o humorista e a plateia, sem cenário nem adereços. Manfrini empunha o microfone com seu figurino de malandro carioca e vez ou outra um celular na mão, quando ele entra no “tuíste”.

Durante o show, o artista conta os “fatos venéreos” vividos no bairro da Venda Velha. Como “quem não tem dinheiro conta histórias”, ele relata suas vivências ao lado de personagens como a mulher, Nega Juju, o filho, Paulinho Tum Tum, e os amigos Biricutico, Chico Virilha, Celso Bigorna e Helinho Gastrite.

A Cia de Comédia G7 encena de sábado até a terça de feriado a montagem “Casais felizes emagrecem juntos” no Maristão da 615 Sul. A primeira “comédia fitness do Brasil” fala sobre a vida de um casal que se deixa seduzir pela rotina sedentária, mas decide lutar contra o sobrepeso antes que seja tarde.

Imagem da peça Duas gotas de lágrimas no frasco de perfume, em cartaz no CCBB de Brasília até 20 de novembro (Foto: Sartoryi Sartoryi/Divulgação)Imagem da peça “Duas gotas de lágrimas no frasco de perfume”, em cartaz no CCBB de Brasília até 20 de novembro (Foto: Sartoryi Sartoryi/Divulgação)

“Duas gotas de lágrimas no frasco de perfume” continua em cartaz no Teatro 2 do CCBB. A produção do núcleo de criação Criaturas Alaranjadas Cia de Teatro pode ser vista até domingo, às 19h.

A peça trata de um dos períodos mais marcantes da história do Brasil, durante a ditadura militar. A trama fala de pessoas com uma característica em comum: são próximas de militantes políticos que desaparecem.

O poeta e dramaturgo William Shakespeare (Foto: Reprodução)O poeta e dramaturgo William Shakespeare

(Foto: Reprodução)

Com dramaturgia e direção de Sérgio Maggio (“Eu vou tirar você deste lugar – As canções de Odair José e Eros Impuro), o espetáculo segue em temporada até 20 de novembro.

O fim de semana também tem o Festival de Teatro Semente e Convidados. A programação acontece até domingo na sede do grupo, no Gama.

Em comemoração pelos 400 anos de morte do William Shakespeare, personagens do dramaturgo inglês estão no espestáculo “Sonhos de Shakespeare”, em cartaz de sexta a domingo, até 4 de dezembro no Teatro Goldoni. A peça é apresentada em formato de instalação imersiva.

Em ambiente de vigília, atores e músicos celebram personagens e obras como Hamlet, Macbeth, Otelo, Romeu e Julieta, sonho de uma noite de verão, a megera domada e o mercador de Veneza para atravessar obscuros labirintos, desnudar paixões, iluminar desejos, escutar os grandes fantasmas e anseios que perseguem o homem desde sempre.

Dançarinos do espetáculo Crash, parceira entre uma companhia da Dinamarca e outra de Brasília (Foto: Divulgação)Dançarinos do espetáculo Crash, parceira entre uma companhia da Dinamarca e outra de Brasília (Foto: Divulgação)

Dança

Em um trabalho colaborativo promovido pelo Instituto Cultural da Dinamarca e realizado entre a companhia dinamarquesa Uppercut Dance Theater e o grupo brasileiro Zulu Breakers, de Brasília, o espetáculo “Crash” é atração em unidades do Sesc até 12 de novembro.

Na estreia, os dançarinos estiveram no Sesc do Gama. Nesta semana, as unidades de Taguatinga e do Setor Comercial Sul recebem o espetáculo. Nesses espaços e no Instituto Federal de Brasília, no Plano Piloto, também há workshops sobre a arte.

O “Circuito Cultural de Dança Afro Brasileira” chega ao Paranoá neste fim de semana. A programação acontece na praça central, perto da administração regional, com com apresentação de varios grupos de dança, até domingo. A entrada é franca.

Exposições

“Mais brasileira das histórias em quadrinhos”, a Turma do Pererê é tema de exposição na Caixa Cultural de Brasília até 27 de novembro. Para o criador, Ziraldo, a obra é mais do que uma diversão para crianças. “A gente queria passar o recado, com um personagem nacionalista, com muita história, nossa resposta ao capitalista, contra o imperialismo”, diz o cartunista.

O cartunista Ziraldo desenha o Pererê, um de seus principais personagens, que é tema de exposição na Caixa Cultural de Brasília (Foto: Flavio Silva/Divulgação)O cartunista Ziraldo desenha o Pererê, um de seus principais personagens, que é tema de exposição na Caixa Cultural de Brasília (Foto: Flavio Silva/Divulgação)

A mostra “Pererê do Brasil” pode ser vista gratuitamente de terça a domingo, das 9h às 21h. São 43 capas da revista Pererê, publicada em “O Cruzeiro”, entre 1960 e 1964, e as 10 capas da revista “A Turma do Pererê”, em circulação entre 1975 e1976.

Para Ziraldo, o Pererê foi um personagem que refletiu um pouco do espírito dos anos 1960, um período rico para a cultura no Brasil e no mundo. “Os anos 1960 foram fantásticos, foi o começo do meio do século”, declara.

A Turma do Pererê representa o folclore brasileiro com um saci (Foto: Divulgação)A Turma do Pererê representa o folclore brasileiro com um saci (Foto: Reprodução)

Um dos destaques da exposição na Caixa é a capa da edição de maio de 1964, que seria lançada caso a publicação fosse adiante. “Nessa exposição tem a capa de maio pronta. Só não tem a história.

As capas eram feitas com mais antecedência. Eu me lembro disso como uma coisa muito boa. Era divertido, toda essa nossa utopia. Depois a gente foi preso, mas aí já era o Pasquim”, diz Ziraldo aos risos.

A Turma do Pererê surgiu na década de 1960 (Foto: Divulgação)A Turma do Pererê (Foto: Reprodução)

Todas as obras da mostra foram restauradas e ampliadas. O público também pode ver revistas originais em vitrines protegidas por vidros. Outras peças, como pranchas com desenhos, também originais, livros, cartilhas e outros produtos e mídias com a Turma do Pererê também estão no evento.

Outra atração é a mostra “Los carpinteros”, com obras em madeira feitas a partir de material jogado no lixo, de sucatas. A exposição está em cartaz até 15 de janeiro no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), e a entrada é franca.

A obra é um processo vivo que está em constante transformação. Segundo os organizadores, os artistas falam de seus “múltiplos entornos” e cada vez mais a viagem do objeto à sua condição fetichista de sujeito que se auto-transforma ganha as mais diversas facetas.

“O trabalho agora não mais se reduz ao objeto transformado pela prática artística, se espalha cada vez mais ao campo do comportamento e das múltiplas funções cotidianas (e transcendentes) encerradas em cada proposta artística.”

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