Anima Mundi começa em SP com mais de 400 filmes; G1 indica 10

Mais de 400 filmes, entre curtas e longas de animação, fazem parte da programação da 24ª edição do Anima Mundi, maior festival do gênero nas Américas, que começa nesta quarta (2) em São Paulo, após edição no Rio. Há produções de 45 países, incluindo Rússia, Irã, Chile, Moçambique, Japão e Austrália. Neste ano, estão em evidência histórias que discutem tolerância e discriminação. Com tantas opções, o G1 ajuda a escolher, indicando 10 filmes que se destacam na mostra.

Cena de 'A tartaruga vermelha' (Foto: Reprodução)Cena de ‘A tartaruga vermelha’ (Foto: Reprodução)

“A tartaruga vermelha”

É a estrela do festival. Dirigido pelo holandês Michael Dudok de Wit, o longa é uma coprodução do prestigiado estúdio japonês Ghibli (de “A viagem de Chihiro”). Sem diálogos, a história gira em torno de um homem isolado em uma ilha deserta habitada por tartarugas, caranguejos e pássaros. O filme recebeu o Prêmio Especial do Júri na mostra Un Certain Regard no Festival de Cannes e é forte candidato ao Oscar.

5/11, 21h30 – Cinemateca Brasileira (sala BNDES)

6/11, 18h – Cinemateca Brasileira (sala Petrobras)

Cena de 'Dossiê Rê Barbosa' (Foto: Reprodução)Cena de ‘Dossiê Rê Barbosa’ (Foto: Reprodução)

“Dossiê Rê Bordosa”

Filme mais conhecido do diretor brasileiro homenageado do ano, Cesar Cabral, especialista em stop-motion. O premiado curta-metragem investiga as razões que levaram o cartunista Angeli à decisão de matar uma de suas mais famosas personagens, a diva underground Rê Bordosa.

2/11, 18h30 – Caixa Belas Artes (sala Candido Portinari)

2/11, 20h – Cinemateca Brasileira (sala Petrobras)

4/11, 20h30 – Caixa Belas Artes (sala Aleijadinho)

6/11, 17h – Cinemateca Brasileira (sala BNDES)

Cena de 'Ida à cidade Ele' (Foto: Divulgação)Cena de ‘Ida à cidade Ele’ (Foto: Divulgação)

“Ida à cidade Ele”

Curta chinês que tem a cara do festival deste ano. Nele, um porquinho de uma cidade rural se muda para a metrópole Ele, habitada por elefantes. O jeito caipira faz com que não seja bem recebido pelos animais maiores. Uma revelação, porém, muda o curso da história.

2/11, 14h – Caixa Belas Artes (sala Candido Portinari)

Cena de 'O menino e o mundo' (Foto: Reprodução)Cena de ‘O menino e o mundo’ (Foto: Reprodução)

“O menino e o mundo”

Longa brasileiro do diretor paulistano Alê Abreu indicado ao Oscar de melhor animação deste ano e premiado no Festival de Annecy, um dos mais importantes do gênero. Conta a história de um menino que deixa sua aldeia em busca do pai e descobre um mundo fantástico repleto de seres estranhos.

6/11, 16h – Cinemateca Brasileira (sala Petrobras)

Cena de 'Shaun, o Carneiro' (Foto: Reprodução)Cena de ‘Shaun, o Carneiro’ (Foto: Reprodução)

“Shaun, o carneiro: As lhamas do fazendeiro”

Curta em stop-motion, feito com massinha de modelar, voltado ao público infantil. É um spin-off da franquia britânica “Wallace e Gromit”. O protagonista induz um fazendeiro a comprar três lhamas aprontadeiras, mas as coisas fogem ao controle e Shaun é obrigado a expulsar as intrusas para salvar fazenda.

2/11, 15h30 – Caixa Belas Artes (sala Candido Portinari)

6/11, 13h – Cinemateca Brasileira (sala BNDES)

Cena de 'Trabalho interno' (Foto: Divulgação)Cena de ‘Trabalho interno’ (Foto: Divulgação)

“Trabalho interno”

Primeiro curta da Disney dirigido por um brasileiro, o paulista Leo Matsuda. É estrelado pelos pulmões, coração, cérebro e bexiga de um protagonista que enfrenta uma batalha entre as emoções e a mente. O filme será exibido antes do longa “Moana”, aposta da Disney para 2017, que estreia em janeiro. Matsuda foi integrante da equipe de animação de ‘Operação Big Hero’ e ‘Detona Ralph’.

3/11, 19h – Cinemateca Brasileira (sala BNDES)

Cena de 'Crônica de Battledream' (Foto: Reprodução)Cena de ‘Crônica de Battledream’ (Foto: Reprodução)

“Crônica de Battledream”

Longa produzido em Martinica. Na onda das tramas ambientadas em futuros distópicos e hipertecnológicos, a história gira em torno de Syanna, uma jovem que tenta recuperar a liberdade em um mundo onde todos foram escravizados e as plantações são videogames.

2/11, 21h30 – Caixa Belas Artes (sala Cândido Portinari)

4/11, 22h – Caixa Belas Artes (sala Aleijadinho)

Cena de 'Peixonauta', o filme (Foto: Reprodução)Cena de ‘Peixonauta’, o filme (Foto: Reprodução)

“Peixonauta”

Mais um para as crianças. É inspirado na série brasileira homônima e narra a saga de Peixonauta, Marina e Zico, que saem do Parque das Árvores Felizes e enfrentam um mistério na cidade grande, onde todas as pessoas sumiram.

6/11, 14h – Cinemateca Brasileira (sala Petrobras)

Cena de 'Sabogal' (Foto: Divulgação)Cena de ‘Sabogal’ (Foto: Divulgação)

“Sabogal”

Um thriller colombiano sobre a rotina de um advogado e defensor dos direitos humanos. Ele investiga crimes contra a humanidade no país em crise e acaba correndo perigo constante.

3/11, 21h30 – Caixa Belas Artes (sala Candido Portinari)

5/11, 22h – Caixa Belas Artes (sala Aleijadinho)

Cena de 'Rua do templo de bambu' (Foto: Divulgação)Cena de ‘Rua do templo de bambu’ (Foto: Divulgação)

“Rua do templo de bambu”

Outro filme sobre discriminação e desigualdade. Bao e Lili moram numa rua que separa ricos e trabalhadores migrantes. A despeito da segregação, as meninas desenvolvem uma amizade silenciosa e clandestina. A produção é alémã.

4/11, 18h30 – Caixa Belas Artes (sala Candido Portinari)

5/11, 12h – Cinemateca Brasileira (sala Petrobras)

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