‘Uma honra enorme’, diz Marília Pêra ao ser homenageada em Gramado

Marília Pêra foi homenageada no Festival de Cinema de Gramado (RS) (Foto: Igor Pires/Pressphotos)Marília Pêra foi homenageada no Festival de Cinema de Gramado (Foto: Igor Pires/Pressphotos)

Com uma extensa e sonora salva de palmas, a atriz Marília Pêra recebeu o Troféu Oscarito na noite desta terça-feira (11) na 43ª edição do Festival de Cinema de Gramado. A artista foi surpreendida ao receber o prêmio e o abraço dos três filhos no palco do Palácio dos Festivais. Ela não sabia que Ricardo, Nina e Esperança estavam na cidade gaúcha para homenageá-la.

“Realmente é uma honra enorme. É a terceira vez que eu sou homenageada pelo Festival de Gramado, um festival tão importante pra cultura nacional”, disse a atriz (veja no vídeo).

O Troféu Oscarito, que leva o nome de um dos maiores comediantes do cinema brasileiro, foi instituído em 1990 é um dos principais prêmios de Gramado, dedicado a personalidades do cinema brasileiro. É nas mãos de Marília que repousa o 25º troféu Oscarito da história de Gramado.

A atriz também não poupou elogios à cidade da Serra gaúcha. “Eu adoro Gramado, já vim várias vezes. O Festival de Gramado sempre foi um chamamento pra mim, mesmo quando não concorria, vinha pra assistir”, declarou.

O Festival de Cinema de Gramado começou na sexta-feira (7) e vai até sábado (15). A mostra competitiva é dividida em quatro categorias: longa-metragem nacional, longa-metragem estrangeiro, curta-metragem nacional e curta-metragem gaúcho.

Serviço

43ª Festival de Cinema de Gramado


Data: De 7 a 15 de agosto

Onde: Palácio dos Festivais (Av. Borges de Medeiros, 2697)

Quanto: De R$30 (sessão) a R$ 100 (premiação)

Longa-metragem nacional

“Ausência”, de Chico Teixeira (SP)

“Introdução à Música do Sangue”, de Luiz Carlos Lacerda (RJ)

“O Fim e os Meios”, de Murilo Salles (RJ)

“O Outro Lado do Paraíso”, de André Ristum (DF)

“O Último Cine Drive-In”, de Iberê Carvalho (DF)

“Ponto Zero”, de José Pedro Goulart (RS)

“Um Homem Só”, de Cláudia Jouvin (RJ)

Longa-metragem estrangeiro

“Ella”, de Libia Stella Gómez (Colômbia)

“En La Estancia”, de Carlos Armella (México)

“La Salada”, de Juan Martin Hsu (Argentina)

“Ochentaisiete”, de Anahi Hoeneisen e Daniel Andrade (Equador)

“Presos”, de Esteban Ramírez Jímenez (Costa Rica)

“Venecia”, de Kiki Alvarez (Cuba)

“Zanahoria”, de Enrique Buchichio (Uruguai)

Curta-metragem nacional

“Bá”, de Leandro Tadashi (SP)

“Como São Cruéis os Pássaros da Alvorada”, de João Toledo (MG)

“Dá Licença de Contar”, de Pedro Serrano (SP)

“Enquanto o Sangue Coloria a Noite, Eu Olhava as Estrelas”, de Felipe Arrojo Poroger (SP)

“Haram”, de Max Gaggino (BA)

“Heroi”, de Pedro Figueiredo (SP)

“Macapá”, de Marcos Ponts (MA)

“Miss & Grubs”, de Camila Kamimura e Jonas Brandão (SP)

“Muro”, de Eliane Scardovelli (SP)

“O Corpo”, de Lucas Cassales (RS)

“O Teto Sobre Nós”, de Bruno Carboni (RS)

“Quando Parei de Me Preocupar Com Canalhas”, de Tiago Vieira (SP/GO)

“S2”, de Bruno Bini (MT)

“Sêo Inácio (ou O Cinema Imaginário)”, de Helio Ronyvon (RN)

“Virgindade”, de Chico Lacerda (PE)

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