Terra Prometida canta reggae no Brasília Independente

A banda de reggae Terra Prometida é a atração desta semana do Brasília Independente, quadro do DFTV e do G1 que abre espaço para músicos independentes de Brasília mostrarem trabalhos autorais. O octeto participa com a música “Refreia”.

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A banda une elementos de diversas vertentes do reggae com outros ritmos, como funk, soul e hip hop. Entre as influências, a cantora e backing vocal Jocilaine Oliveira, a Jô, cita nomes como Bob Marley, Aswad, Peter Tosh, Luciano, Max Priest e até Stevie Wonder.

Desde 2001 na estrada, o grupo tem oito integrantes, sendo cinco cantores. A formação atual tem a vocalista Jô e também Rafael Paz (baixo e voz), Dudulino (baixo, teclados e voz), Apoena Ferreira (percussão e voz), Pedro Lima (guitarra e voz), Bernardo Ferraz (bateria), Rafael Mendes (teclados), Cristiano Saxman (saxofone).

Como é no reggae. Nossas lestras falam muito de Deus, de família, de inclusão social. Não tem vínculo com nenhuma religião, mas com evangelho, com Deus, com o amor. O reggae, na essência, é isso”
Jô,

cantora da banda Terra Prometida

Em 2010, o grupo lançou o CD “Nos dias de hoje”. Um novo trabalho está chegando ao mercado: “Está em tudo – parte 1”. “A ideia era lançar um disco duplo, mas a banda vai viajar para a Espanha, então não ia dar tempo. Por isso decidimos dividir o trabalho em duas partes”, diz Jô.

A banda toca em pelo menos dois importantes festivais de reggae na Galícia, em setembro. “Recebemos uma carta-convite do festival ‘Minhoreggae’. Tem integrantes do Terra que vão tocar em outros projetos lá [na Espanha].”

Depois da volta da Europa, o grupo planeja gravar o CD “Está em tudo – parte 2”. A princípio, a ideia é lançar 15 músicas. Os temas das composições geralmente falam de espiritualidade.

“Como é no reggae. Nossas lestras falam muito de Deus, de família, de inclusão social. Não tem vínculo com nenhuma religião, mas com evangelho, com Deus, com o amor. O reggae, na essência, é isso”, afirma Jô.

Escolhidos

Um corpo de jurados formado pelo maestro da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional, Cláudio Cohen, o vocalista e guitarrista do Plebe Rude Philippe Seabra, a cantora Dhi Ribeiro, a dupla Pedro Paulo & Matheus, o violonista Roberto Corrêa e o DJ Raffa escolheu as dez bandas finalistas da 6ª edição do Brasília Independente. Este mesmo júri vai avaliar os clipes dos finalistas e vai escolher a melhor música e a melhor perfomance.

O quadro manteve também a premiação de acordo com a escolha do público. Os dez artistas selecionados para a etapa final vão passar por uma enquete popular na página do G1.

O Brasília Independente é realizado desde 2011. Ao longo de cinco edições, 54 bandas do DF e Entorno já exibiram seus trabalhos no quadro. As inscrições para a sexta edição foram abertas entre 27 de abril e 10 de maio. A exibição dos clipes com os participantes tem início em 6 de junho.

Nas cinco edições do quadro, grupos de rock, samba, MPB, rap, pagode, gospel e sertanejo já foram atrações. Em 2011, a vencedora foi a banda Levitas Reggae, do Guará. Como era o lançamento do projeto, o prêmio foi um videoclipe.

Na segunda edição, a campeã foi a banda Dezesseis Quinze, de rap gospel. Além da reportagem como prêmio, eles foram convidados para  se apresentar na edição de Brasília do “Festival Promessas” de música gospel.

A terceira etapa do projeto teve como vencedora a banda de samba Kipekado. Em 2013, o grupo vencedor foi o trio de rock’n’roll Saurios, de Taguatinga. Na última edição, em 2014, quem levou o prêmio foi a banda Sapiens.

Finalistas da 6ª edição do Brasília Independente (por ordem alfabética)

1 – Calvet

2 – DNP

3 – Grupo Sem Distinção

4 – Heavenly King

5 – Inside

6 – Mauricio e Vinicio

7 – Pontocom

8 – Rocan

9 – Terra Prometida

10 – Vaga-Lumes no Vazio da Noite de Vênus

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