‘Expectativa é a melhor possível’, diz Bete Mendes sobre filme inédito

 Bete Mendes está no elenco de “Introdução à Música do Sangue” (Foto: Igor Pires/Press Photo) Bete Mendes está no elenco de “Introdução à Música do Sangue” (Foto: Igor Pires/Press Photo)

Assim como o público, a atriz Bete Mendes vive a expectativa de assistir ao filme “Introdução à Música do Sangue”, que marca os 50 anos de carreira do diretor Luiz Carlos Lacerda. É que a produção é inédita até mesmo para o elenco, que ainda não conferiu o resultado na tela. A exibição no Festival de Cinema de Gramado, na Serra Gaúcha, acontece neste sábado (8).

Gravado em Abaíba, em Minas Gerais, a produção acontece no interior do Brasil. Entre o mundo arcaico e o contemporâneo, uma família vive suas angústias e aflições, ao mesmo tempo em que precisa se acostumar com a chegada da luz elétrica.

“A expectativa é a melhor possível, mas o público é quem vai dizer. O filme é de um impacto grande, um drama. Quero muito ver o resultado, porque foi gravado em luz natural, à noite com vela. E uma expectativa muito legal pelo Bigode (diretor Luiz Carlos Lacerda), com tanto tempo de carreira”, afirma Bete.

A atriz também comemora a parceria com Ney Latorraca. Antes de “Introdução à Música de Sangue”, eles nunca haviam contracenado. Para ela, este foi mais um ponto positivo do filme.

“Eu tive o prazer de contracenar com o Ney Latorraca, que é santista como eu. Isso nunca tinha acontecido. Foi um prazer imenso, maravilhoso”.

Bete Mendes e Armando Babaioff Atores Festival de Cinema de Gramado (Foto: Paula Menezes/G1)Bete Mendes e Armando Babaioff Atores Festival de

Cinema de Gramado (Foto: Paula Menezes/G1)

Quem também faz parte do elenco e viajou para Gramado é o ator Armando Babaioff. No filme, ele viverá um personagem que chega de fora e interfere na vida da família. Babaioff destaca que a convivência com o elenco deixou o trabalho ainda mais prazeroso.

“Foi muito legal porque eu já tinha contracenado com o Ney Latorraca em uma peça, e quando ele soube que eu poderia fazer parte do filme ele insistiu muito. O elenco passou um mês morando junto, em uma fazenda em Cataguases. Foi muito bom esse convívio nosso”, apontou. “Por trabalhar com a Bete, com o Ney, que são a história do cinema nacional, e ainda fazer parte dos 50 anos de carreira do Luiz Carlos Lacerda, posso dizer que faço parte de um registro da história do cinema”.

Serviço

43ª Festival de Cinema de Gramado

Data: De 7 a 15 de agosto

Onde: Palácio dos Festivais (Av. Borges de Medeiros, 2697)

Quanto: De R$30 (sessão) a R$ 100 (premiação)

Longa-metragem nacional

“Ausência”, de Chico Teixeira (SP)

“Introdução à Música do Sangue”, de Luiz Carlos Lacerda (RJ)

“O Fim e os Meios”, de Murilo Salles (RJ)

“O Outro Lado do Paraíso”, de André Ristum (DF)

“O Último Cine Drive-In”, de Iberê Carvalho (DF)

“Ponto Zero”, de José Pedro Goulart (RS)

“Um Homem Só”, de Cláudia Jouvin (RJ)

Longa-metragem estrangeiro

“Ella”, de Libia Stella Gómez (Colômbia)

“En La Estancia”, de Carlos Armella (México)

“La Salada”, de Juan Martin Hsu (Argentina)

“Ochentaisiete”, de Anahi Hoeneisen e Daniel Andrade (Equador)

“Presos”, de Esteban Ramírez Jímenez (Costa Rica)

“Venecia”, de Kiki Alvarez (Cuba)

“Zanahoria”, de Enrique Buchichio (Uruguai)

Curta-metragem nacional

“Bá”, de Leandro Tadashi (SP)

“Como São Cruéis os Pássaros da Alvorada”, de João Toledo (MG)

“Dá Licença de Contar”, de Pedro Serrano (SP)

“Enquanto o Sangue Coloria a Noite, Eu Olhava as Estrelas”, de Felipe Arrojo Poroger (SP)

“Haram”, de Max Gaggino (BA)

“Heroi”, de Pedro Figueiredo (SP)

“Macapá”, de Marcos Ponts (MA)

“Miss & Grubs”, de Camila Kamimura e Jonas Brandão (SP)

“Muro”, de Eliane Scardovelli (SP)

“O Corpo”, de Lucas Cassales (RS)

“O Teto Sobre Nós”, de Bruno Carboni (RS)

“Quando Parei de Me Preocupar Com Canalhas”, de Tiago Vieira (SP/GO)

“S2”, de Bruno Bini (MT)

“Sêo Inácio (ou O Cinema Imaginário)”, de Helio Ronyvon (RN)

“Virgindade”, de Chico Lacerda (PE)

Mostra Gaúcha

“Arte da Loucura”, de Karine Emerich e Mirela Kruel (Porto Alegre)

“Atrás da Sombra”, de Luciana Mazeto e Vinícius Lopes (Porto Alegre)

“Bruxa de Fábrica”, de Jonas Costa (São Leopoldo)

“Consertam-se Gaitas”, de Ana Cris Paulus, Boca Migotto e Felipe Gue Martini (Bento Gonçalves)

“Da Vida Só Espero a Morte”, de Júlia Ramos (Porto Alegre)

“De Que Lado Me Olhas”, de Carolina de Azevedo e Elena Sassi (São Leopoldo)

“Entre nós”, de Maciel Fischer (Pelotas)

“Ferro”, de Giordano Gio (Porto Alegre)

“Kaali”, de Gabriel Motta Ferreira (Porto Alegre)

“Liga-pontos”, de Teresa Assis Brasil (São Leopoldo)

“Madrepérola”, de Deise Hauenstein (São Leopoldo)

“Nes Pas Projeter”, de Cristian Verardi (Porto Alegre)

“O Corpo”, de Lucas Cassales (Porto Alegre)

“O Movimento do Escuro”, de Alexandre Rossi (Porto Alegre)

“O Sonho, o Limiar e a Porta que Metamorfoseia”, de Gustavo Spolidoro (Porto Alegre)

“Pele de Concreto”, de Daniel de Bem (Porto Alegre)

“Plano”, de Virginia Simone, Carlos Dias e Matheus Walter (Porto Alegre)

“Quanto Mais Suicidas, Menos Suicidas”, de Maurício Canterle Gonçalves (Santa Maria)

“Rito Sumário”, de Alexandre Derlam (Porto Alegre)

 

Deixe uma resposta